Seriamos capazes de rasgar ou pegar fogo a uma nota de euros? Talvez por exibicionismo ou luxúria, mas seriamos punidos quanto mais não fosse pela nossa própria consciência!
Por mais dinheiro que tenhamos certamente não o faria-mos, porque sabemos que o dinheiro é o instrumento mais eficaz que existe para nos permitir adquirir sempre mais uma qualquer ferramenta para nos facilitar na sobre vivência, além de podermos ajudar os outros; -Então o dinheiro tem alma!
O dinheiro é uma propriedade do Estado que somos todos nós. Ele é para o uso do Povo, e este deve pagar ao Estado que é o Povo uma comissão pelo seu uso, em forma de uma qualquer percentagem (dízimo).
O Governo é eleito pelo Povo, que é o Estado, para gerir o dinheiro do mesmo. Alguns governantes apoderam-se do dinheiro e em vez de governarem, governam-se. De tanto subtrair vêem-se obrigados a somar cada vez mais leis para compensar as subtracções que fazem ao dinheiro do Povo, estas por vezes profundamente injustas e imorais para um Povo que o elegeu. Bens adquiridos com o sacrifício dos nossos antepassados são acrescidos cada vez mais de leis para terem que pagar impostos, alguns destes por se ter de uma qualquer heranças sem utilidade que mais não tentamos preservar a todo o custo porque nos liga ao passado. E os nossos filhos? Estes não nascem, porque sabemos que o risco que correm é o de nascerem endividados... e tudo porque a grande parte do dinheiro que circula não é declarado. E quanto mais o Governo subtrai, mais o Povo se acha no direito de também o fazer. E é assim que sem nos apercebermos pagamos duas vezes impostos, ao Estado e ao Governo.
Por mais dinheiro que tenhamos certamente não o faria-mos, porque sabemos que o dinheiro é o instrumento mais eficaz que existe para nos permitir adquirir sempre mais uma qualquer ferramenta para nos facilitar na sobre vivência, além de podermos ajudar os outros; -Então o dinheiro tem alma!
O dinheiro é uma propriedade do Estado que somos todos nós. Ele é para o uso do Povo, e este deve pagar ao Estado que é o Povo uma comissão pelo seu uso, em forma de uma qualquer percentagem (dízimo).
O Governo é eleito pelo Povo, que é o Estado, para gerir o dinheiro do mesmo. Alguns governantes apoderam-se do dinheiro e em vez de governarem, governam-se. De tanto subtrair vêem-se obrigados a somar cada vez mais leis para compensar as subtracções que fazem ao dinheiro do Povo, estas por vezes profundamente injustas e imorais para um Povo que o elegeu. Bens adquiridos com o sacrifício dos nossos antepassados são acrescidos cada vez mais de leis para terem que pagar impostos, alguns destes por se ter de uma qualquer heranças sem utilidade que mais não tentamos preservar a todo o custo porque nos liga ao passado. E os nossos filhos? Estes não nascem, porque sabemos que o risco que correm é o de nascerem endividados... e tudo porque a grande parte do dinheiro que circula não é declarado. E quanto mais o Governo subtrai, mais o Povo se acha no direito de também o fazer. E é assim que sem nos apercebermos pagamos duas vezes impostos, ao Estado e ao Governo.

Observando a foto, percebe-se facilmente que o dinheiro parado não rende. Depositado no Banco permite que este o empreste ao Povo, permitindo que o seu Titular e o Estado que é o Povo dele tirem dividendos. E é por não ser assim, que o Povo está cada vez mais pobre e os que (se) governam estão cada vez mais ricos. Aritméticos/Governantes reformam a toda a hora com novas leis os cálculos e os formatos Matemáticos que os nossos antepassados nos deixaram, e que deveriam a todo o minuto estar ser aperfeiçoados. Assim uma nova lei é igual a uma nova mega-reforma de um político. O Governo apenas deve gerir, administrar, imprimir cada vez mais moeda, e calcular uma qualquer fórmula matemática pré-estabelecida em formato de dízimo para se pagar apenas pelo uso do dinheiro ao Estado que é o Povo, se este em vez de esperto quiser ser inteligente! Se a Alma do dinheiro fosse reconhecida, certamente mais de um milhão de jovens teria trabalho em áreas como a da contabilidade...
Dois milénios de História escrita não nos estão a ser úteis em nada. A cada segundo aumenta o conflito por causa do dinheiro, quando este é a solução. O mais incrível é que a solução está dentro do crânio de cada um de nós; temos que pensar Matematicamente em vez de pensarmos Aritmeticamente.
Actualmente está instaurada a profunda injustiça, alicerçada na profunda ignorância, fomentada cada vez mais pelo mau carácter de quem abusivamente e por falta de raciocino Matemático se tenta justificar atribuindo as culpas da situação económica à crise global. -Global é a Ignorância!

2 comentários:
Foi grande satisfação,e até por uma questão de interesse pessoal,que tive todo o cuidado e atenção,em reler suas páginas do blog;fiquei á entender melhor o seu trabalho,além das explicações tecnicas,que o srº, teve todo o cuidado e interesse em expor. Tenho a dizer que fiquei com uma ótima impressão do seu modo de trabalhar; até porque ,é uma profissão que admiro muito.
Obrigado Sr(a) Sim pelo seu comentário. Se necessitar de alguma outra informação ou conselho, saiba que trabalho para excelentes profs que poderei aconselhar. Cumprimentos aq
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